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Gattuso define estratégia para Itália chegar ao Mundial-2026: "Não posso ir atrás do meu ego"

A gestão do grupo e as escolhas técnicas estão no centro do trabalho de Gennaro Gattuso, chamado a dirigir aItália num momento delicado e decisivo. O treinador esclareceu, aos microfones da Rai Sport, a sua linha de orientação tendo em vista a meia-final do play-off contra a Irlanda do Norte, sublinhando a importância de colocar a equipa nas melhores condições, mesmo à custa de pôr de lado as convicções pessoais.

"Não posso ir atrás do meu ego, estamos a jogar muito, tenho de colocar os meus rapazes nas melhores condições. Vamos escolher o melhor módulo para colocar os jogadores no sítio certo".

A ideia é adaptar-se às necessidades de cada jogo, com possíveis variações tácticas entre as partidas. "No primeiro jogo, jogaremos de uma forma, no segundo de outra. As escolhas foram feitas com base nisso. Lamento os jogadores que perdemos, mas chegaram pessoas que nos podem dar uma ajuda".

Entre as novidades está também o regresso de Leonardo Spinazzola, convocado após a lesão de Matteo Politano. Uma inclusão que Gattuso considera valiosa não só do ponto de vista técnico, mas também do ponto de vista humano:"Depois da lesão de Politano, liguei para Leonardo. Já tinha ouvido falar dele há dois meses. Encontrei um tipo que nos deu uma grande disponibilidade, o que não é fácil aos 32 anos, eu próprio passei por isso quando era jogador. Vir com entusiasmo, com um sorriso, com vontade, ajuda".

Por outro lado, a situação de Federico Chiesa, que decidiu faltar também a esta ronda para recuperar a sua melhor condição:"Com o Fede, a cada 7-10 dias, há uma longa conversa. Sei o que penso dele, mas temos de respeitar o que o jogador nos diz. Neste momento, ele não se sente a 100%, tem alguns pequenos problemas que tem de melhorar e quer estar 100% em forma".

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