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Tomás Aranda, a nova joia do Boca: contrato extenso, cláusula milionária e alvo da Europa

O meia-atacante confirmou o seu excelente momento na última partida contra o Instituto (2 a 0), onde não só foi um dos destaques, como também marcou o seu primeiro gol na Primeira Divisão, um momento especial que refletiu o seu crescimento meteórico em poucos meses dentro do elenco profissional.

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Aranda destacou-se pela sua capacidade de desequilibrar o adversário no um contra um, de criar jogadas e por ter uma personalidade pouco comum para a sua idade. Estas qualidades o transformaram numa peça cada vez mais importante no time, que encontrou nele uma variante fresca e criativa no ataque.

O seu desempenho não passou despercebido no exterior. Da Itália chegou a notícia de que o Parma e o Como o têm na mira e acompanham atentamente as suas atuações, com a intenção de avaliar uma possível abordagem no futuro. No entanto, até ao momento, não houve contatos formais nem ofertas concretas dirigidas ao clube de La Ribera.

Consciente do potencial do jogador, o Boca agiu rapidamente para garantir a sua permanência. Em setembro de 2025, mesmo antes da sua consolidação na liga, assinou com o meia o seu primeiro contrato profissional, que se estende até dezembro de 2029.

Além disso, o clube estabeleceu uma cláusula de rescisão de 20 milhões de dólares (R$ 105,35 milhões), um valor alto destinado a proteger uma das suas principais promessas.

A proteção contratual dá tranquilidade ao clube diante do interesse internacional e permite ao jogador se concentrar no desenvolvimento esportivo. Nesse sentido, Aranda também começou a dar os primeiros passos a nível internacional com uma recente convocação para as seleções de base, mais um indício da sua projeção.

Por enquanto, o Boca comemora o surgimento de uma nova joia proveniente das suas categorias de base, confiando em poder aproveitá-la por mais tempo. Entretanto, na Europa, o recado já foi dado: se quiserem ficar com o talentoso meio-campista, terão que chegar a valores significativos para sequer iniciar uma negociação.

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